Bob: receptor de válvula cardíaca mecânica

Photo of Bob running: “I think my story shows what can be done.” Bob, 65 – Mechanical Heart Valve Recipient

Esta história mostra a experiência de uma pessoa. Nem todos terão os mesmos resultados. Converse com o médico sobre os benefícios e riscos de suas opções de tratamento.

Bob era corredor de maratona, praticava cross country profissionalmente e era canoísta quando descobriu que tinha estenose aórtica, ou estreitamento da válvula cardíaca aórtica, aos 46 anos. Na realidade, ele estava treinando para uma maratona quando sentiu uma pontada no peito pela primeira vez.

Mais tarde nesse mesmo ano, Bob ficou chocado quando percebeu que não conseguia subir uma pequena ladeira perto de sua casa em uma tarde de verão. Ele também cuspiu uma substância espumante que o médico constatou ser sangue regurgitado, um sinal de que o coração não estava funcionado bem.

A princípio, os médicos de Bob pensaram que seu hobby com trabalhos de madeira tinha afetado um pouco os pulmões, mas os exames confirmaram que os pulmões estavam bem. Um EKG padrão não revelou nenhum problema, mas um ecocardiograma (um exame mais completo) mostrou que sua válvula cardíaca estava fraca e não funcionava direito.

“Eles pensavam que eu tinha febre reumática, mas não havia evidência disso”, disse Bob. “Os médicos constataram que eu tinha um defeito cardíaco congênito e marcaram uma cirurgia de substituição de válvula cardíaca no outono.”

Entendendo suas opções

Bob sabia que a cirurgia era a única opção, mas ele queria aprender o máximo possível sobre suas opções cirúrgicas. Seu maior medo era não voltar a correr depois da cirurgia. “Ninguém quer abrir mão de seu estilo de vida”, ele diz.

A recomendação do clínico geral de Bob era substituir a válvula cardíaca com defeito por uma válvula biológica para que ele não precisasse tomar anticoagulantes depois da cirurgia. No entanto, quando Bob conheceu o cirurgião, eles avaliaram a idade do paciente, o nível de atividade e outros fatores e constataram que uma válvula mecânica era a melhor opção para ele.

“Em minha opinião, o problema ainda é a vida útil das válvulas biológicas”, disse Bob. “Eu acreditava que uma cirurgia era suficiente.”

Cirurgia na hora certa

Durante a cirurgia, sua válvula aórtica se rompeu. Bob acredita que se ele não estivesse no centro cirúrgico quando a válvula se rompeu, ele teria morrido. Em vez disso, a válvula danificada foi substituída com êxito por uma válvula mecânica e Bob estava a caminho da recuperação.

O maior desafio de Bob depois da cirurgia foi a recuperação do tórax. Como acontece na maioria das cirurgias de válvula cardíaca, os cirurgiões de Bob precisaram realizar uma cirurgia de peito aberto para ter acesso ao coração. Sua permanência no hospital durou apenas quatro dias e, dentro de duas semanas, ele retomou aos poucos sua rotina de treinamento. Depois de dois meses, Bob tinha retomado quase todas as suas atividades normais e sentia apenas um pequeno desconforto ao redor das costelas.

De volta ao normal com varfarina

Agora que estava com uma válvula mecânica, Bob entendeu que tomar varfarina regularmente era uma parte importante do processo de proteção do coração. Ele também sabia que a varfarina diminuiria o processo de coagulação do sangue, o que o preocupava, pois uma pequena ferida poderia resultar em um sangramento sem fim.

Bob já toma varfarina há 19 anos e ele nunca teve nenhum problema. Ele vai ao laboratório uma vez por mês para testar sua taxa normalizada internacional (INR), ou tempo de coagulação. Os níveis aceitáveis variam de acordo com o paciente, e Bob sabe qual é sua faixa aceitável. Quando está fora dessa faixa, ele avalia sua dieta e faz um esforço para tomar a varfarina no mesmo horário todos os dias. Então, ele repete o teste de INR.

A varfarina e a válvula cardíaca mecânica não interferiram no estilo de vida ativo de Bob. “Se pode fazer qualquer atividade física, a não ser que tenha outras complicações”, ele disse. Na realidade, Bob melhorou seu melhor tempo de maratona em 12 minutos em sua primeira corrida depois da cirurgia.

Conselhos para outros

Bob fica feliz por ter prestado atenção aos sinais de aviso de sua condição e incentiva outros a fazerem o mesmo. Ele sugere o registro dos sintomas para dar aos médicos uma noção clara do que está acontecendo, e enfatiza que ele mesmo é seu maior ajudador, pois faz perguntas ao médico e procura realizar exames abrangentes.

“Acho que minha história mostra o que pode ser feito”, diz Bob. “Não me sinto como um herói ou alguém com poderes especiais. Em vez disso, agradeço a Deus, aos médicos e à St. Jude Medical por me ajudar a fazer todas essas coisas novamente.”

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