Matt: receptor de válvula cardíaca mecânica

Photo of Matt with and his infant daughter: “I received great information and support from my medical team.” Matt, 34 – Mechanical Heart Valve Recipient

Esta história mostra a experiência de uma pessoa. Nem todos terão os mesmos resultados. Converse com o médico sobre os benefícios e riscos de suas opções de tratamento.

Quando tinha 21 anos, Matt recebeu o diagnóstico de válvula cardíaca aórtica bicúspide durante uma consulta de rotina. Embora ele não tivesse apresentado nenhuma Causa e sintoma de doença nas válvulas cardíacas, o médico constatou que a válvula aórtica de Matt tinha duas folhas em vez de três, o que causava regurgitação aórtica. Como sua válvula não fechava de modo correto, o sangue voltava para o coração, que precisava fazer mais esforço para bombear o sangue.

Monitorando a situação

A princípio, Matt começou a tomar medicamentos para pressão, para diminuir sua hipertensão e regurgitação aórtica. Os médicos monitoravam sua condição de perto e acreditavam que a cirurgia só seria necessária quando sua válvula começasse a se deteriorar.

Todos os anos, Matt fazia um ecocardiograma para que os médicos pudessem monitorar sua válvula cardíaca bicúspide, a regurgitação aórtica e sua condição geral. Em 2004, os médicos decidiram realizar mais exames em sua válvula cardíaca.

Depois de um ecocardiograma de rotina, uma varredura de MRI e um exame cardíaco em estresse mostraram que sua válvula aórtica tinha começado a se deteriorar e enfraquecer. Era chegada a hora de substituir a válvula com defeito por uma válvula cardíaca mecânica em uma cirurgia de peito aberto.

Enfrentando a cirurgia

“Minha maior preocupação era passar pela cirurgia. Eu tinha apenas 29 anos na época e não sabia o que podia esperar. Eu realmente tinha medo da cirurgia e dos efeitos colaterais ou complicações que podiam surgir. Eu também me preocupava com o tempo de recuperação, quando poderia retornar minha rotina normal e como minha vida seria afetada no futuro.”

Matt contou com o apoio dos médicos e de sua namorada (agora esposa) em todas as etapas ao longo do caminho. “No geral, recebi informações excelentes e apoio do meu cardiologista e do clínico geral, e até mesmo cheguei a conhecer o cirurgião antes da operação para falar sobre minha cirurgia em detalhes.”

Administração dos medicamentos

Matt não sabia muita coisa sobre medicamentos anticoagulantes antes e imediatamente depois da cirurgia de substituição de válvula cardíaca. Na verdade, ele gostaria de ter conversado com a equipe de enfermagem ou pacientes que tomam anticoagulantes, principalmente nos primeiros dias quando ele estava se sentindo bem com a dose que tomava e os testes INR que mediam o tempo de coagulação do sangue.

“Eu nunca tinha pensado em anticoagulantes antes de cirurgia. Quando acordei no hospital e comecei a tomar medicamentos anticoagulantes todos os dias, percebi que a varfarina faria parte da minha vida no futuro.”

Matt toma varfarina (Coumadin®) todos os dias e testa sua INR uma vez por semana para verificar se ela está dentro da faixa recomendada pelo médico. Quando está dentro dessa faixa, ele realiza os testes uma vez a cada 15 dias.

“Os testes portáteis realmente melhoraram minha vida. Eu viajo a trabalho e, com a unidade de teste portátil, consigo levá-la para qualquer lugar que eu for. Ela está sempre comigo e isso facilita a transmissão dos meus resultados de INR para o consultório médico.”

Matt não sentiu nenhum efeito colateral do medicamento anticoagulante. “Simplesmente faz parte da minha vida. Não é nenhum problema. Ele tem altos e baixos, mas consigo administrar meu anticoagulante com tranquilidade.”

Pensando no futuro

Matt tem um conselho para outros pacientes com doenças nas válvulas cardíacas: “Seja otimista. No começo, precisei de algum tempo para deixar meus níveis de INR na faixa necessária. Fiquei frustrado porque minha INR não estava dentro da faixa recomendada pelo médico, estava muito alta ou muito baixa. Também precisei de algum tempo para aprender a usar o dispositivo de teste portátil. Mas, como tudo, com o tempo ficou mais fácil e agora ele faz parte da minha vida.”

Coumadin® é uma marca registrada da Bristol-Myers Squibb Company.

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